O blog da majoper
Pingos de reflexões! A inércia apoquenta-me. A criação desperta-me.
09/01/16
23/07/15
Tempo!
Mas se o tempo não existe como é que ele se faz sentir tão cortante?
A velocidade a que viajamos pelo espaço é incompreensível para a maior parte dos mortais.
Mas, olho à volta e parecemos todos adormecidos.
Que mundo este!
Somos violentados pelos senhores do mundo e... permitimos.
A Terra gira, voa pela estrada, alheia a estes humanos que a habitam mas, ao mesmo tempo, estes seres estão a esforçar-se para a destruir.
Corre Terra, corre, enquanto meio mundo olha impávido à crueldade do outro meio.
Não pares!
Sei que vais estar no teu caminho, sem tempo, sem rumo e à velocidade do nosso desaparecimento.
O início do fim? Talvez não. O fim do princípio da viagem.
Mas se o tempo não existe como é que ele se faz sentir tão cortante?
A velocidade a que viajamos pelo espaço é incompreensível para a maior parte dos mortais.
Mas, olho à volta e parecemos todos adormecidos.
Que mundo este!
Somos violentados pelos senhores do mundo e... permitimos.
A Terra gira, voa pela estrada, alheia a estes humanos que a habitam mas, ao mesmo tempo, estes seres estão a esforçar-se para a destruir.
Corre Terra, corre, enquanto meio mundo olha impávido à crueldade do outro meio.
Não pares!
Sei que vais estar no teu caminho, sem tempo, sem rumo e à velocidade do nosso desaparecimento.
O início do fim? Talvez não. O fim do princípio da viagem.
30/05/12
13/05/12
Em que mundo vivemos...
Ontem, estive numa reunião em que se debatia "A educação e a crise".
Todos nós sabemos imenso sobre educação!!!
Os alunos, os pais, os professores, os autarcas, os governantes e ...
A certa altura, numa intervenção, um jovem dizia que para os alunos se empenharem nos estudos era necessário que a geração anterior lhes garantisse um futuro e com isto ele referia-se a um emprego.
" Estudar, para quê? Não há empregos para os jovens."
Não há e nunca houve garantias para ninguém.
Que valores são estes em que todos querem que os outros façam o que é da responsabilidade individual.
Pensem nisto:
Hoje, gastaram-se 19 toneladas de velas.
Hoje, encontram-se 300.000 peregrinos em Fátima.
Ontem, estiveram cerca de 800 indignados em Lisboa.
Que país é este???
Roubam-nos, escravizam-nos e apenas queremos rezar por um milagre,
em vez de nos indignarmos.
Que país é este, que não luta pelos seus direitos e é condescendente com os que o maltratam?
Que povo é este que vem para as ruas pelo futebol e pela religião
mas não pelo direito de ser respeitado como cidadão contribuinte e eleitor.
Eu estou indignada
com este povo bolorento e salazarento.
Também eu, aqui deixo uma vela... apagada ... pelo povo português.
20/08/10
Tudo vai mal
Tudo vai mal ... tudo.
É a crise - afirmam os comentadores, os políticos e até o mais comum dos cidadãos.
Mas será que é mesmo a crise???
Vejo uma sociedade que acima de tudo não é responsável.
Uns querem apenas um emprego. Outros pretendem viver à sombra de outros. As minorias adaptaram-se a uma sociedade que, por um lado, os estigmatiza mas, por outro lado, os sustenta. Os incompetentes são premiados pois são fáceis de comprar pelos chefes e a seguir vêm os políticos que foram eleitos para nos servir e que pensam que são os "senhores do pedaço".
Mas a Justiça???
Qual justiça?
Não há justiça.
Estes senhores que se julgam a "Corte de Luís XIV" estão a destruir o nosso país.
Os fogos em Portugal, são o exemplo da (in)Justiça.
Assumem que este problema deve ser resolvido pelos políticos com prevenção, logo... soltam os que matam o ambiente.
O Homem é o maior predador da Terra.
Em nome do bem colectivo, todos (quase sem excepção) defendem o interesse pessoal.
Não merecemos viver no planeta maravilhoso que o universo nos ofereceu para viver.
Tudo vai mal... tudo!
É a crise - afirmam os comentadores, os políticos e até o mais comum dos cidadãos.
Mas será que é mesmo a crise???
Vejo uma sociedade que acima de tudo não é responsável.
Uns querem apenas um emprego. Outros pretendem viver à sombra de outros. As minorias adaptaram-se a uma sociedade que, por um lado, os estigmatiza mas, por outro lado, os sustenta. Os incompetentes são premiados pois são fáceis de comprar pelos chefes e a seguir vêm os políticos que foram eleitos para nos servir e que pensam que são os "senhores do pedaço".
Mas a Justiça???
Qual justiça?
Não há justiça.
Estes senhores que se julgam a "Corte de Luís XIV" estão a destruir o nosso país.
Os fogos em Portugal, são o exemplo da (in)Justiça.
Assumem que este problema deve ser resolvido pelos políticos com prevenção, logo... soltam os que matam o ambiente.
O Homem é o maior predador da Terra.
Em nome do bem colectivo, todos (quase sem excepção) defendem o interesse pessoal.
Não merecemos viver no planeta maravilhoso que o universo nos ofereceu para viver.
Tudo vai mal... tudo!
... a evoluir bem.
Durante vários dias, eu ouvi os responsáveis pela intervenção nos combates aos fogos afirmar que
"os trabalhos no terreno estavam a evoluir bem"
Certamente, palavras prodigiosas.
Concordo com ele, mas a minha "semântica" diz-me que o que durante mais de dez dias evoluiu bem foi o trabalho de fazer alastrar o fogo por toda a serra do Gerês.
Na serra do Cabril, árvores centenárias desapareceram.
Tudo está em causa. A flora mas também a fauna que dela depende.
Quando será que o homem vai acordar para a destruição que está a causar ao nosso planeta.
"os trabalhos no terreno estavam a evoluir bem"
Certamente, palavras prodigiosas.
Concordo com ele, mas a minha "semântica" diz-me que o que durante mais de dez dias evoluiu bem foi o trabalho de fazer alastrar o fogo por toda a serra do Gerês.
Na serra do Cabril, árvores centenárias desapareceram.
Tudo está em causa. A flora mas também a fauna que dela depende.
Quando será que o homem vai acordar para a destruição que está a causar ao nosso planeta.
15/08/10
14/08/10
13/08/10
Férias
Acordo. Preparo a manhã. Sento-me no varandim de minha casa e penso: " Ora bem, vamos ver o que está a arder!"
Estranho? Não tanto.
Até onde a minha fraca visão permite, olho a serra do Gerês. Ontem... verde. Hoje, sombreada a lápis negro com uma ou outra pinta verde ou castanha.
Há mais de uma semana que as cinzas chovem no meu tanque. Há muitas noites que vejo o vermelho erguer-se diante da minha tristeza. E este vermelho aumenta. Em cima, as estrelas penetram o fumo que se espalha pela noite. No meu varandim, permaneço sofrendo o vermelho que vence o verde da vida diante dos meus olhos e da minha fúria.
O arco vermelho que salta de monte em monte assalta-me a paz de umas férias na miragem do paraíso.
Estranho? Não tanto.
Até onde a minha fraca visão permite, olho a serra do Gerês. Ontem... verde. Hoje, sombreada a lápis negro com uma ou outra pinta verde ou castanha.
Há mais de uma semana que as cinzas chovem no meu tanque. Há muitas noites que vejo o vermelho erguer-se diante da minha tristeza. E este vermelho aumenta. Em cima, as estrelas penetram o fumo que se espalha pela noite. No meu varandim, permaneço sofrendo o vermelho que vence o verde da vida diante dos meus olhos e da minha fúria.
O arco vermelho que salta de monte em monte assalta-me a paz de umas férias na miragem do paraíso.
12/07/10
26/06/10
Delete
Cinzento.
No meio de tudo, um azul e muitos brancos.
O céu perde-se no meu descanso.
E que cansaço é este que não me rouba à letargia de quem caminhou pelas estrelas?
Sou eu e o nada.
O vazio do worm que tudo apaga.
Que estranho!
Ao longe, um som multimédia mantém-me no torpor de uma angústia do dever não cumprido.
Escurece.
Dissipo-me no entardecer do prazer de nada fazer.
No meio de tudo, um azul e muitos brancos.
O céu perde-se no meu descanso.
E que cansaço é este que não me rouba à letargia de quem caminhou pelas estrelas?
Sou eu e o nada.
O vazio do worm que tudo apaga.
Que estranho!
Ao longe, um som multimédia mantém-me no torpor de uma angústia do dever não cumprido.
Escurece.
Dissipo-me no entardecer do prazer de nada fazer.
24/06/10
até um dia ...
Pois é!
Esse interminável corredor faz com que só agora possa revisitar-me.
Imagino um universo - não plano como o do "Flatland"- em que: não há países, há políticos servidores da causa pública e honestos; os cidadãos poupam a água e usam energias renováveis; desde muito cedo os mais novos aprendem a fazer reciclagem; todo o ser humano respeita os outros seres vivos enquanto espécies com o mesmo direito de habitar o planeta; não existe exploração infantil; não existe discriminação de género, raça e religião; não existe manipulação das massas através da religião, da política, do poder ou do dinheiro; não é necessário proibir a burka pois esta não existe e os valores da sociedade são o do respeito, da dignidade de carácter e da excelência das atitudes.
Pois é!
Como não vivo neste universo (paralelo) não me frequento tanto como queria.
até um dia ...
Esse interminável corredor faz com que só agora possa revisitar-me.
Imagino um universo - não plano como o do "Flatland"- em que: não há países, há políticos servidores da causa pública e honestos; os cidadãos poupam a água e usam energias renováveis; desde muito cedo os mais novos aprendem a fazer reciclagem; todo o ser humano respeita os outros seres vivos enquanto espécies com o mesmo direito de habitar o planeta; não existe exploração infantil; não existe discriminação de género, raça e religião; não existe manipulação das massas através da religião, da política, do poder ou do dinheiro; não é necessário proibir a burka pois esta não existe e os valores da sociedade são o do respeito, da dignidade de carácter e da excelência das atitudes.
Pois é!
Como não vivo neste universo (paralelo) não me frequento tanto como queria.
até um dia ...
30/10/09
19/10/09
O corre-corre começa com o sol, disfarçado de vulcão, a espreitar à minha janela.
E inesperadamente chegou a noite. Pergunto-me: "Alguém anda a girar a roda do tempo?"
Preocupo-me.
Por um piscar de uma estrela, o sol e a lua confundem-me. Desprevenida, vejo mas não sinto. Quase que não tenho tempo para pingar o blog.
Hoje, foi por pouco.
E inesperadamente chegou a noite. Pergunto-me: "Alguém anda a girar a roda do tempo?"
Preocupo-me.
Por um piscar de uma estrela, o sol e a lua confundem-me. Desprevenida, vejo mas não sinto. Quase que não tenho tempo para pingar o blog.
Hoje, foi por pouco.
18/10/09
É tarde. O domingo passou sorrateiro, malandro, como a querer dizer-me " Saudades? Vais ter que esperar por mim!"
Pois é. A minha gata está quase em cima do teclado. Há horas. Eu e ela. Eu... a preparar as aulas de amanhã. Ela ... a aproveitar o quentinho que sai de lado do portátil.
Hoje aprendi algo de novo. "Conto" vem do verbo "computare". Não fazia ideia.
Mas de facto, pensando bem!!!!.... os blogs são semelhantes aos contos: narrativas curtas.
Adoro fábulas, como é de esperar.
Adoro que os animais nos dêem lições.
A Mishka está a dizer-me que são horas de ir dormir.
Acedo. O domingo passou. Vou fechar o meu laptop e dormir.
Pois é. A minha gata está quase em cima do teclado. Há horas. Eu e ela. Eu... a preparar as aulas de amanhã. Ela ... a aproveitar o quentinho que sai de lado do portátil.
Hoje aprendi algo de novo. "Conto" vem do verbo "computare". Não fazia ideia.
Mas de facto, pensando bem!!!!.... os blogs são semelhantes aos contos: narrativas curtas.
Adoro fábulas, como é de esperar.
Adoro que os animais nos dêem lições.
A Mishka está a dizer-me que são horas de ir dormir.
Acedo. O domingo passou. Vou fechar o meu laptop e dormir.
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