Cinzento.
No meio de tudo, um azul e muitos brancos.
O céu perde-se no meu descanso.
E que cansaço é este que não me rouba à letargia de quem caminhou pelas estrelas?
Sou eu e o nada.
O vazio do worm que tudo apaga.
Que estranho!
Ao longe, um som multimédia mantém-me no torpor de uma angústia do dever não cumprido.
Escurece.
Dissipo-me no entardecer do prazer de nada fazer.
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