26/06/10

+ A flor mais grande do mundo - Jose Saramago.wmv

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Cinzento.
No meio de tudo, um azul e muitos brancos.
O céu perde-se no meu descanso.
E que cansaço é este que não me rouba à letargia de quem caminhou pelas estrelas?
Sou eu e o nada.
O vazio do worm que tudo apaga.
Que estranho!
Ao longe, um som multimédia mantém-me no torpor de uma angústia do dever não cumprido.
Escurece.
Dissipo-me no entardecer do prazer de nada fazer.

24/06/10

até um dia ...

Pois é!
Esse interminável corredor faz com que só agora possa revisitar-me.
Imagino um universo - não plano como o do "Flatland"- em que: não há países, há políticos servidores da causa pública e honestos; os cidadãos poupam a água e usam energias renováveis; desde muito cedo os mais novos aprendem a fazer reciclagem; todo o ser humano respeita os outros seres vivos enquanto espécies com o mesmo direito de habitar o planeta; não existe exploração infantil; não existe discriminação de género, raça e religião; não existe manipulação das massas através da religião, da política, do poder ou do dinheiro; não é necessário proibir a burka pois esta não existe e os valores da sociedade são o do respeito, da dignidade de carácter e da excelência das atitudes.
Pois é!
Como não vivo neste universo (paralelo) não me frequento tanto como queria.

até um dia ...